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Sinopse
A obra que trazemos para conhecimento do público brasileiro reúne artigos de estudiosos e professores italianos em torno da LABOR LAW COMMUNITY (LLC)1, organizada originalmente pelos professores Federico Martelloni e Valeria Nuzzo, com “o objetivo de aprofundar, com base em quatro eixos temáticos mais relevantes à esfera do trabalho autônomo: um dos lados da grande dicotomia que permaneceu obscura ao longo do século XX”.
Número de Páginas
247
Formato
17x24
Ano de Publicação
2026
Área
Direito do Trabalho
Nota introdutória - 19
Seção I - AS DECLINAÇÕES DO TRABALHO AUTÔNOMO: CASOS E (TÉCNICAS DE) TUTELA - 25
Tutelas individuais e coletivas para trabalhadores autônomos da economia de plataforma - Roberta Rainone - 27
1. Delimitação da área de pesquisa: trabalhadores autônomos da economia de plataforma - 27
2. Os problemas qualificadores de trabalhadores que operam por plataformas digitais segundo regulamentação interna - 33
2.2. O caso peculiar dos entregadores nos termos do Capítulo V-bis do Decreto Legislativo nº 81/2015 - 38
3. A necessidade de uma mudança de paradigma: da proteção do trabalho autônomo irregular às proteções para o trabalho autônomo regular - 42
3.2. A proteção antidiscriminatória - 44
3.3. Normas relativas à tutela da saúde e da segurança do trabalho - 48
4. Conclusões: a persistente centralidade das espécies - 49
O trabalhador desportivo como um caso transtípico funcional para equilíbrio de direitos e interesses constitucionalmente diversos e relevantes - Tommaso Costantini - 51
1. Introdução: O trabalhador desportivo como espécie “transtípica” - 51
2. As razões de uma legislação para o trabalho desportivo de caráter derrogatório e especial, e seus potenciais pontos críticos em relação ao texto constitucional - 56
3. A efetiva especialidade do amadorismo como único critério constitucionalmente aceitável para a aplicação de proteções - 62
Seção II A REMUNERAÇÃO DAS TRABALHADORAS E DOS TRABALHADORES AUTÔNOMOS - 69
Algumas reflexões sobre a utilização do critério de proporção à qualidade e à quantidade do trabalho para determinar a remuneração no trabalho autônomo - Ornella La Tegola - 71
1. Introdução - 71
2. E alguns esclarecimentos - 74
3. A norma: autonomia individual e critérios do Código Civil - 75
4. Casos especiais - 77
4.1. Critérios para determinar o salário nas leis da justa remuneração - 78
4.2. E nos casos de recurso a convenções coletivas - 81
5. O uso dos critérios de qualidade e quantidade do trabalho para determinar a remuneração - 83
6. Observações conclusivas - 85
Seção III REPRESENTAÇÃO, CONFLITO E NEGOCIAÇÃO COLETIVA - 87
A representação coletiva do trabalho autônomo. Uma análise sociojurídica - Francesco Bagnardi, Pierluigi Digennaro, Petr Mezihorak, Annalisa Murgia - 89
1. O trabalho autônomo e novas necessidades de representação - 89
2. Contexto e metodologia da pesquisa - 91
3. Representar trabalhadoras e trabalhadores autônomos: uma comparação entre Países Baixos, Itália e Eslováquia - 94
3.1. Países Baixos: uma representação consolidada com tarefas sobrepostas - 94
3.2. Itália: o desenvolvimento da representação - do conflito à cooperação cautelosa - 97
3.3. Eslováquia: representação emergente com fraca cooperação - 100
4. O direito à negociação coletiva de trabalhadoras e trabalhadores autônomos no cenário europeu - 102
5. As orientações da Comissão para proteger a negociação coletiva de trabalhadoras e trabalhadores autônomos e sua real eficácia - 106
6. Notas finais - 112
Espécies e proteções no horizonte do trabalho “pessoal”. O papel legal e coletivo dos representantes na nova regulamentação social europeia - Antonio Alessandro Scelsi - 114
1. Autonomia coletiva e regulamentação antitruste europeia: uma retrospectiva - 114
2. As “Orientações” da Comissão Europeia sobre a convenção coletiva dos trabalhadores autônomos “individuais” - 121
3. Entre a subordinação “moderna” e o trabalho autônomo individual - 127
4. Para além da lógica dos “círculos concêntricos” - 132
Criadores de conteúdo: Formas de conflito, representação e negociação coletiva - Antonino Matafù - 138
1. Introdução - 138
2. Criadores de conteúdo: a origem do fenômeno, agentes, natureza do trabalho e pontos críticos - 140
3. Formas embrionárias de representação e luta coletiva - 144
4. Sindicatos tradicionais e negociação coletiva - 148
5. Compatibilidade com o artigo 101 do TFUE - 152
6. Limites e soluções alternativas - 155
7. Conclusões e perspectivas - 158
A negociação coletiva dos trabalhadores autônomos do espetáculo - Beatrice Rossilli - 161
1. Premissas e delimitação do campo de pesquisa - 161
2. Acordos coletivos de trabalhadores autônomos em dimensão supranacional - 163
3. A negociação coletiva no setor do espetáculo para além do trabalho subordinado - 169
4. Novos fenômenos agregadores “de baixo” entre os trabalhadores do espetáculo: uma natureza sindical? - 171
5. A imunidade antitruste para as convenções coletivas dos trabalhadores autônomos do espetáculo - 177
Seção IV- PREVIDÊNCIA SOCIAL - 181
A “sede” de proteção social dos trabalhadores autônomos subprotegidos - Marco Casiello - 183
1. Previdência social e heterogeneidade do trabalho autô0 do deserto - 183
2. O deserto e os primeiros oásis até o início dos anos 90 - 187
3. A lenta difusão dos oásis no deserto nas décadas seguintes. Da privatização da previdência dos profissionais liberais - 190
3.1. ...à difusão dos oásis com a Gestão Separada INPS - 192
4. A crise de 2008 e a emergência da Covid-19. Rumo à consideração progressiva da necessidade de proteção social dos trabalhadores autônomos subprotegidos - 197
5. O legado da emergência pandêmica - 200
6. Necessidades iguais, tutelas iguais, o mantra para a superação definitiva do deserto - 202
Algumas áreas críticas da proteção previdenciária do trabalho autônomo e o papel da UE - Margherita Ciccarelli - 204
1. Introdução - 204
2. A previdência social dos trabalhadores autônomos e seus limites atuais - 206
3. O papel da União Europeia e a controversa identificação do trabalho autônomo - 220
A remuneração “justa” no trabalho autônomo. Desafios e perspectivas - Comes Gisella Emma - 223
1. Quando o trabalho não é suficiente - 223
2. A pobreza no trabalho autônomo - 229
3. O sistema europeu e o trabalho autônomo - 232