Racismo em Debate

Racismo em Debate

Quando as opressões se somam

ISBN: 978-65-5509-263-9 AUTOR:

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Sinopse

Esta é a quarta publicação do Núcleo de Pesquisa Antirracismo da Faculdade de Direito da UFRGS, que reúne estudantes, ex-alunos e profissionais que queiram se engajar na luta e aprofundar estudos sobre as condições sociais e materiais de sua reprodução. Por isso mesmo, um dos objetivos principais do Núcleo é a pesquisa e a divulgação de um conhecimento criticamente comprometido. Daí a importância de publicações como essa. Nesta edição, a ideia é discutir o racismo desde uma perspectiva também comprometida com a crítica ao capitalismo, ao sexismo e às demais formas de opressão, desde uma compreensão de que elas estão interligadas.


Número de Páginas

359


Formato

21x29


Ano de Publicação

2025


Área

Direito do Trabalho


APRESENTAÇÃO - 13

1 - AFETO, CUIDADO E VIOLÊNCIA: O RACISMO NAS ESTRUTURAS SOCIAIS E NAS RELAÇÕES DE TRABALHO DA SENZALA PARA O “QUARTINHO” DA EMPREGADA, “COMO SE FOSSE DA FAMÍLIA”: QUANDO OS AFETOS SUSTENTAM A EXPLORAÇÃO ESCRAVIZADA DO TRABALHO EM ÂMBITO DOMÉSTICO - 17

INTRODUÇÃO - 18

2. O “QUARTINHO DA EMPREGADA”: A CULTURA QUE NATURALIZA A EXPLORAÇÃO DE TRABALHO INFANTIL EM ÂMBITO DOMÉSTICO - 18

3. “PRATICAMENTE DA FAMÍLIA”: QUANDO O AFETO IMPEDE A VÍTIMA DE RECONHECER A CONDIÇÃO DE ABUSO - 21

4. AMOR, GRATIDÃO, MEDO: A FUNÇÃO DOS AFETOS NA NATURALIZAÇÃO DA ESCRAVIZAÇÃO EM ÂMBITO DOMÉSTICO - 24

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 27

REFERÊNCIAS - 27

DESAFIOS EMERGENTES NAS POLÍTICAS PÚBLICAS:CUIDADO COMO TRABALHO NÃO REMUNERADO - 31

INTRODUÇÃO - 31

2. POLÍTICAS PÚBLICAS: BREVES CONCEITOS E PROBLEMATIZAÇÕES - 32

3. MULHERES, MULHERES INDÍGENAS E CUIDADO COMO TRABALHO NÃO REMUNERADO - 33

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 39

REFERÊNCIAS - 40

A (IN)VISIBILIDADE DAS MULHERES NEGRAS NO MERCADO DE TRABALHO: A LUTA DA MULHER NEGRA POR RECONHECIMENTO NA SOCIEDADE BRASILEIRA - 44

INTRODUÇÃO - 44

1. MULHERES NEGRAS - 45

1.1. Conceito de interseccionalidade - 46

1.2. Apagamento das mulheres negras - 47

2. MULHERES NEGRAS E AS DESIGUALDADES NO MERCADO DE TRABALHO - 48

2.1. Em quais postos de trabalho estão as mulheres negras? - 50

2.2. Rendimentos e construção da carreira da mulher negra - 52

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 53

REFERÊNCIAS - 54

A VIOLÊNCIA COMO ENGRENAGEM DO DIREITO DO TRABALHO NO BRASIL - 57

INTRODUÇÃO - 57

2. O RACISMO ESTRUTURAL NA GÊNESE DO DIREITO DO TRABALHO NO BRASIL - 58

3. A VIOLÊNCIA COMO ENGRENAGEM DO DIREITO DO TRABALHO NO BRASIL - 59

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 67

REFERÊNCIAS - 68

KARL MARX E A LUTA CONTRA A ESCRAVIDÃO NEGRA - 70

INTRODUÇÃO - 70

2. A GUERRA E O PROBLEMA DA ESCRAVIDÃO - 71

2.1. Os motivos da Guerra Americana - 74

3. GUERRA DA SECESSÃO OU GUERRA DA ABOLIÇÃO? - 77

4. EFEITOS DO RACISMO E DO ESCRAVISMO NOS EUA - 78

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 80

REFERÊNCIAS - 81

A ESTERILIZAÇÃO COMPULSÓRIA DAS MULHERES NEGRAS COMO FERRAMENTA DO RACISMO - 83

INTRODUÇÃO - 83

2. PLANEJAMENTO FAMILIAR COMO DIREITO NO BRASIL - 84

2.1. Métodos contraceptivos voltados às mulheres - 85

2.2. Laqueadura tubária - 86

3. O RACISMO COMO IMPEDITIVO PARA O LIVRE EXERCÍCIO DO PLANEJAMENTO FAMILIAR - 88

3.1. Esterilização compulsória e o caso Janaína Quirino - 89

3.2. Entraves ao exercício de direitos reprodutivos como ferramenta de um racismo estrutural - 91

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 92

REFERÊNCIAS - 92

RACISMO, SEXISMO, ETARISMO, XENOFOBIA E ASSÉDIO MORAL NO AMBIENTE DE TRABALHO - 96

INTRODUÇÃO - 96

2. PERVERSÃO E ASSÉDIO MORAL NAS RELAÇÕES DE TRABALHO - 97

2.1. Assédio em um local de trabalho - 99

2.2. A terceirização total e o novo vilipêndio - 101

2.2.1. A nova polissemia das classes sociais - 102

2.2.2. Conjuntura socioeconômica internacional período 1970-2023 - 103

3. O RACISMO NAS RELAÇÕES DE TRABALHO VISTO POR SUAS CLIVAGENS OU PELO VIÉS DA INTERSECCIONALIDADE - 105

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 106

REFERÊNCIAS - 108

TERCEIRIZAÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE: IMPACTOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À POPULAÇÃO NEGRA NA CIDADE DE PORTO ALEGRE - 111

INTRODUÇÃO - 111

2. DESMONTE DA SAÚDE PÚBLICA COMO ESTRATÉGIA BURGUESA DE ENFRENTAMENTO ÀS CRISES DO CAPITAL - 112

3. ATENÇÃO PRIMÁRIA E A POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO NEGRA - 114

4. TERCEIRIZAÇÃO NA APS EM PORTO ALEGRE E INDICADORES DE SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA - 115

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 118

REFERÊNCIAS - 118

IALODÊS: VISIBILIDADE DAS MULHERES NEGRAS SERVIDORAS NA GESTÃO DO SERVIÇO PÚBLICO - 122

INTRODUÇÃO - 122

2. LIDERANÇA DAS MULHERES NEGRAS NO PERÍODO DA ESCRAVIDÃO - 123

QUADRO 1 – Mulheres negras protagonistas - 123

2.1. Sexismo e feminismo negro - 125

3. AS MULHERES NEGRAS NO SERVIÇO PÚBLICO - 126

Gráfico 1 – Tipos de vínculos públicos - 129

Gráfico 2 – Servidores Estaduais por gênero e raça/etnia - 130

Gráfico 3 – Servidores Municipais por gênero e raça/etnia - 130

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 131

REFERÊNCIAS - 131

EDUCAÇÃO, SEXUALIDADES, GÊNERO - 133

EDUCAÇÃO: A (DES)CONSTRUÇÃO E O DESAFIO DAS ESCOLAS NO ENFRENTAMENTO DO RACISMO CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES - 133

INTRODUÇÃO - 133

2. UMA BREVE ANÁLISE DA PESQUISA: “LEI 10.639/03: A ATUAÇÃO DAS SECRETARIAS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO NO ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA” - 134

3. A LEI 10639/03 E A SUA NÃO APLICAÇÃO: A CONTRIBUIÇÃO PARA O AUMENTO DO RACISMO - 136

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 139

REFERÊNCIAS - 140

RACISMO NA EDUCAÇÃO SUPERIOR E O COTIDIANO DE VIOLÊNCIAS: UMA ANÁLISE CRÍTICA DE DISCURSO - 142

INTRODUÇÃO - 142

2. O RACISMO NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS NO DISCURSO DO PORTAL G1 - 143

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 151

REFERÊNCIAS - 152

A COLONIALIDADE DO SABER NAS UNIVERSIDADES: RACISMO E SEXISMO EPISTÊMICOS - 155

INTRODUÇÃO - 155

2. METODOLOGIA - 156

3. A VISÃO DO COLONIZADOR - 157

4. A COLONIZAÇÃO RACISTA NAS AMÉRICAS - 158

5. CRÍTICA AO PRIVILÉGIO EPISTÊMICO NAS UNIVERSIDADES - 159

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 161

REFERÊNCIAS - 162

RACISMO EDUCACIONAL: O APAGAMENTO DE INTELECTUAIS NEGROS E ÍNDIGENAS - 164

INTRODUÇÃO - 164

2. RACISMO(S) - 165

3. OS PENSADORES E AS PENSADORAS - 166

4. APAGAMENTO HISTÓRICO - 168

Tabela 1: Quadro comparativo de autores brancos x negros x indígenas - 170

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 170

REFERÊNCIAS - 171

NÃO HÁ RACISMO EM MUNICÍPIOS PEQUENOS! (FALOU A BRANQUITUDE) - 173

INTRODUÇÃO - 173

2. A BRANQUITUDE NÃO ACREDITA EM RACISMO: A OMISSÃO DA BRANQUITUDE É A GARANTIA DO SEU PRIVILÉGIO - 174

3. RACISMO EM CIDADES PEQUENAS: UM DIÁLOGO INEXISTENTE PARA UMA POLÍTICA NECESSÁRIA - 178

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 179

REFERÊNCIAS - 180

REFLEXÕES SOBRE AS LIMITAÇÕES DO GÊNERO OCIDENTAL NA ANÁLISE DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES LATINO-AMERICANAS - 181

INTRODUÇÃO - 181

2. A CENTRALIDADE DA RAÇA NOS ESTUDOS SOBRE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES: O SISTEMA MODERNO COLONIAL DE GÊNERO DE MARÍA LUGONES E O SISTEMA IDEOLÓGICO DE DOMINAÇÃO DE LÉLIA GONZALEZ - 183

3. ANÁLISE DE CASOS DE VIOLÊNCIA POLICIAL CONTRA MULHERES: MOMENTOS EM QUE A PRODUÇÃO VIOLENTA DO GÊNERO OCIDENTAL É MATERIALIZADA PELA AÇÃO ESTATAL - 187

4. A NARRAÇÃO DE VIOLÊNCIAS VIVIDAS COMO ATOS DE RESISTÊNCIA: CAPTURAS DE MOMENTOS DE AGENCIAMENTOS CONTRA OPRESSÕES INACEITÁVEIS - 189

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 190

REFERÊNCIAS - 191

MASCULINIDADES NEGRAS: REFLEXÕES E PERSPECTIVAS TEÓRICAS - 192

INTRODUÇÃO - 192

2. MASCULINIDADES E INTERSECCIONALIDADE - 194

3. GÊNERO E RAÇA COMO DISPOSITIVO DE PODER - 198

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 202

REFERÊNCIAS - 203

FEMINISMO NEGRO, COMO SÓ ACESSEI ESTAS MULHERES EM 2023? - 206

INTRODUÇÃO - 206

2 A INVISIBILIDADE DAS ESCRITAS NEGRAS E O REFLEXO NA PRÁTICA PROFISSIONAL NO SISTEMA DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL - 208

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 211

REFERÊNCIAS - 212

BORDAMOS CAMINHOS, BORDAMOS NOSSA PRESENÇA: SOBRE O RECONHECIMENTO E LEGITIMAÇÃO DA ESCRITA DE MULHERES NEGRAS - 213

INTRODUÇÃO - 213

2. QUEM SÃO ESSAS MULHERES? - 215

2.1. Carolina Maria de Jesus: {Negra e favelada, acidente literário.} Escritora, contista e poetisa - 215

2.2. Neusa Santos Souza: “[...] a descoberta de ser negra… É também, e, sobretudo, a experiência de comprometer-se a resgatar sua história” - 216

2.2. Neusa Santos Souza: “[...] a descoberta de ser negra… É também, e, sobretudo, a experiência de comprometer-se a resgatar sua história” - 216

3. TENSIONAMENTOS SOBRE A ENCRUZILHADA DE CAROLINA E NEUSA - 217

(IN)CONCLUSÕES FINAIS - 218

REFERÊNCIAS - 219

DA DIÁSPORA À (RE)EXISTÊNCIA: UMA ANÁLISE SOBRE O EPISTEMICÍDIO E AS FILOSOFIAS AFRICANAS E AFRODIASPÓRICAS NO BRASIL - 221

INTRODUÇÃO - 221

2. NOTAS SOBRE O COLONIALISMO E A DIÁSPORA AFRICANA - 222

3. A COLONIZAÇÃO LEGITIMADA PELA FILOSOFIA OCIDENTAL E PELO EPISTEMICÍDIO - 224

3.1. A supressão da diversidade do conhecimento: uma análise do epistemicídio à luz das contribuições de Sueli Carneiro - 226

4. A (RE)EXISTÊNCIA DAS FILOSOFIAS AFRICANAS: SOB A PERSPECTIVA AFRODIASPÓRICA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA - 227

4.1. Matrizes filosóficas africanas e suas (re)existências - 228

4.2. A pluridiversidade em detrimento da universalidade filosófica: a educação a partir da Lei 10.639/03 - 228

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 230

REFERÊNCIAS - 231

O RELATÓRIO “LGBT NAS PRISÕES DO BRASIL”, O RACISMO E A INTERSECCIONALIDADE COMO FERRAMENTA ANALÍTICA DE ANÁLISE - 233

INTRODUÇÃO - 233

2. QUESTÃO CARCERÁRIA: O MAPEAMENTO DAS CONDIÇÕES PRISIONAIS DA POPULAÇÃO LGBT NO BRASIL - 235

3. SILENCIAMENTO E OMISSÃO: A AUSÊNCIA DA DIMENSÃO RACIAL NO RELATÓRIO SOBRE A POPULAÇÃO LGBT NO SISTEMA PRISIONAL BRASILEIRO - 238

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 241

REFERÊNCIAS - 241

ESTRUTURA SOCIAL, BRANQUITUDE E SISTEMA DE JUSTIÇA MULTICULTURALISMO: UMA POSSIBILIDADE DE DIÁLOGO PARA UMA CIDADANIA PLENA - 243

INTRODUÇÃO - 243

2. BREVE HISTÓRICO DA FORMAÇÃO DA CIDADANIA E DO PROCESSO HISTÓRICO DO USO DO CONCEITO - 244

2.1. Afunilando o tópico sobre cidadania a partir do recorte racial - 245

3. MULTICULTURALISMO E DIVERSIDADE: UM DIÁLOGO NECESSÁRIO PARA O RECONHECIMENTO DA CIDADANIA BRASILEIRA - 248

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 250

REFERÊNCIAS - 250

ONDE EU ESCONDO O MEU RACISMO? - 253

INTRODUÇÃO - 253

2. ONDE EU ESCONDO O MEU RACISMO? - 254

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 258

REFERÊNCIAS - 259

BRANQUITUDE E RACISMO: DEBATES EMERGENTES SOBRE A IDEOLOGIA QUE ATUA PARA A MANUTENÇÃO DO RACISMO ESTRUTURAL - 261

INTRODUÇÃO - 261

2. BRANQUITUDE E O LEGADO DA ESCRAVIDÃO: O LUGAR DO OUTRO - 262

3. ESTUDOS SOBRE BRANQUITUDE - 264

4. A MATERIALIZAÇÃO DO PACTO DA BRANQUITUDE - 266

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 270

REFERÊNCIAS - 271

“500 ANOS DE BRASIL E O BRASIL NUNCA MUDOU”: DISCUSSÕES ACERCA DO RACISMO À BRASILEIRA E DA BRANQUITUDE ESTRUTURAL - 272

INTRODUÇÃO - 272

2. DO RACISMO ESTRUTURAL E A HISTÓRIA NÃO CONTADA À BRANQUITUDE ESTRUTURAL E A CULTURA DE PRIVILÉGIOS - 273

2.1. A continuidade da história contada a partir da academia - 275

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 279

REFERÊNCIAS - 280

VOZES QUE NÃO FALAM: A INTERRUPÇÃO DO PENSAMENTO NEGRO NA SOCIEDADE - 282

INTRODUÇÃO - 282

2. A CRESCENTE DA POPULAÇÃO NEGRA E A AMEAÇA AO PADRÃO BRANCO - 284

3. O BRANCO ENQUANTO GRUPO SOCIAL FORTALECIDO - 285

4. VOZES NEGRAS SILENCIADAS, CULTURAS APAGADAS - 286

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 287

REFERÊNCIAS - 287

RACISMO AMBIENTAL E A DESESTRUTURAÇÃO DOS POVOS TRADICIONAIS ATINGIDOS POR BARRAGENS NO ESTADO DE MINAS GERAIS - 289

INTRODUÇÃO - 289

2. O DIFÍCIL EQUILÍBRIO ENTRE A ATIVIDADE MINERÁRIA E OS DIREITOS HUMANOS - 290

3. UM RECORTE NECESSÁRIO: AS BARRAGENS E A ORGANIZAÇÃO DESSAS ESTRUTURAS NO ESTADO DE MINAS GERAIS - 292

4. O RACISMO, O RACISMO AMBIENTAL E A MINERAÇÃO - 295

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 298

REFERÊNCIAS - 298

ADVOCACIA PÚBLICA E COMBATE AO RACISMO: A ATUAÇÃO DA AGU NA ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL Nº 973/ DF - 301

INTRODUÇÃO - 301

2. PODER, ESTRUTURA SOCIAL E PERPETUAÇÃO HISTÓRICA: UM PANORAMA DOS RACISMOS ESTRUTURAL E INSTITUCIONAL - 303

3. DISCUSSÃO LEVADA AO STF: A ADPF 973 - 305

4. DESCONSTRUINDO PARADIGMAS: O DIREITO ANTIDISCRIMINATÓRIO E A ATUAÇÃO DA AGU - 307

4.1. O Direito como instrumento de combate ao racismo - 307

4.2. A atuação da AGU - 308

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 311

REFERÊNCIAS - 312

POLÍTICA DE ENCARCERAMENTO EM MASSA NO BRASIL: A EUGENIA COMO ELEMENTO FUNDANTE NA CONSTRUÇÃO DA FIGURA DO “CRIMINOSO” - 313

INTRODUÇÃO - 313

2. A EUGENIA NO BRASIL E SUA INFLUÊNCIA NO SISTEMA PENAL BRASILEIRO - 315

2.1. A Eugenia na América Latina e peculiaridades teóricas - 317

2.2. Sistema Penal sob a ótica da Eugenia - 318

3. A POLÍTICA DE ENCARCERAMENTO EM MASSA NO BRASIL: OS ENTRELAÇAMENTOS ENTRE EUGENIA SOCIAL E RACISMO NA CONSTRUÇÃO DA CATEGORIA DO “CRIMINOSO” - 320

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 322

REFERÊNCIAS - 323

RACISMO E COLONIALIDADE NO SISTEMA PENAL BRASILEIRO: ANÁLISE E PERSPECTIVAS DE TRANSFORMAÇÃO - 327

INTRODUÇÃO - 327

2. RACISMO, COLONIALIDADE E A PERPETUAÇÃO DAS ESTRUTURAS DE PODER - 328

3. REFLEXÕES CRÍTICAS E RUMOS PARA A TRANSFORMAÇÃO DO RACISMO ESTRUTURAL NO SISTEMA PENAL BRASILEIRO - 331

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 334

REFERÊNCIAS - 335

ANÁLISE CRÍTICA DAS DECISÕES PROFERIDAS PELO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, FACE A PROMULGAÇÃO DA LEI 14.532/2023 - 337

ANÁLISE CRÍTICA DAS DECISÕES PROFERIDAS PELO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, FACE A PROMULGAÇÃO DA LEI 14.532/2023 - 337

INTRODUÇÃO - 337

2. LEGISLAÇÕES RELACIONADAS: LEI DO CRIME RACIAL 7.716/1989 E LEI 14.532/2023 - 342

3. ANÁLISE DAS DECISÕES JUDICIAIS PROFERIDAS PELO TRIBUNAL DO RIO GRANDE DO SUL - 342

CONSIDERAÇÕES FINAIS - 345

REFERÊNCIAS - 346

CRIMES DE ÓDIO E POLÍTICAS CRIMINAIS NA POLÍCIA CIVIL DO RIO GRANDE DO SUL - 348

INTRODUÇÃO - 348

2. O DEPARTAMENTO ESTADUAL DE PROTEÇÃO A GRUPOS VULNERÁVEIS E A DELEGACIA DE POLÍCIA DE COMBATE À INTOLERÂNCIA - 351

3. A FORMAÇÃO HISTÓRICA DE UMA SOCIEDADE DISCRIMINATÓRIA - 353

4. DISCURSO DE ÓDIO E REDES SOCIAIS - 355

CONSIDERAÇÕES FINAIS: POLÍTICAS CRIMINAIS E PRÓXIMOS PASSOS - 356

REFERÊNCIAS - 357

Coordenação:Valdete Souto Severo, Rowana Camargo, Kauê Kamau